Aí que eu me refiro!




Tudo o que eu penso e não tinha coragem de falar!!!!
 Texto ótimo, bem humorado, verdadeiro e objetivo!!
Acho péssimo (p-é-s-s-i-m-o) esse rótulo de quem "lida" com arte tem que ser meio maluco!! NÃO TEM!!


Olha aí como não tem...




Como ser Arte-educador?
(Jurema Sampaio)

Certamente não é seguindo receitas nem modelinhos prontos… Parece ser um consenso, que eu não sei dizer de onde se originou, de que pessoas ligadas a arte e ensino de arte têm que ser “malucas”.
Veja se você já não cruzou com um tipo destes:
Geralmente munidos de um cartãozinho de visitas “mudernoso”, em geral coloridéééérrimo, ilustrado com alguma reprodução mais-que-batida de algum trabalho pop-new-vanguardista-fashion de um artista mundialmente-conhecido-entre-os-amigos-do-bairro (isso quando não do próprio), seguido de um nome artístico, naturalmente inventado, para representar sua identidade artística (sic).
Debaixo do braço vem sempre um portfolio feito em papel reciclado, ou em um papel ultra-caro mas envelhecido artesanalmente com colagens e costuras também artesanais (leia-se mal-feitas, mesmo). Não sei de onde vem a idéia grotesca de que artesanato tem que ter aspecto de mal acabado. Reciclagem também está na moda! Mesmo as feitas com técnicas absurdas usando cloro, por exemplo. Mas isso é outro assunto, estamos falando de estilo aqui, não de ideologia!
Dentro do portfolio, uma coleção de aberrações artísticas e/ou estéticas como as fotos — geralmente umas digitais de péééssima qualidade gráfica, impressas na casa d´algum conhecido, em papel sulfitão escolar —, de alguma instalação ou da última performance. Esse povo a-do-ra instalações e performances, pode acreditar! Eles em geral não sabem o que significa nem uma coisa, nem outra, mas adoram.
As benditas performances/instalações foram feitas e/ou apresentadas no bar-espaço-cultural-oficina-ou-qualquer-outra-coisa-semelhante durante a “última vernissagem do livro”. Sim, a últimA, vernissageM, e do livro. Isso porque com raríssimas e honrosas exceções a maioria nem sabe que vernissage é uma palavra masculina, não sabe que esta mesma palavra não é vernissagem, muito menos sabe que não existe vernissage de livro.
O povinho auto-intitulado-mas-sem-saber-bem-o-que-significa-ser-arte-educador também tem um figurino-padrão. Qualquer coisa estapafúrdia. Vale desde peças de brechó (nome chique dado ao casaco puído que descolou no baú da casa da tia-avó), até figurinos pseudo-étnicos. Em tempo: Um figurino peseudo-étnico é uma coisa meio na linha pega-uma-canga-que-comprou-nas-férias-na-praia-com-estampa-semi-africana,-e-faz-uma-saia-envelope-mal-acabada, e usa junto com uma blusinha que descolou num “bacião” na feira oriental de bairro, com uma estampa de qualquer Mangá ou herói de quadrinhos pseudo-intelectual na frente, em purpurina. Complementa tudo com uma bolsa feita de crochê de lacres de refrigerante (Lembra da reciclagem? Pois é…) e calça um coturno velho acompanhado de uma sobreposição de meia-arrastão preta por cima de outra, fio 40 verde-limão (ou qualquer outra cor discreta assim). Se estiver frio, um casado tamanho over sized, de preferência de pelúcia roxa com gola de arminho vermelho.
Por quê dessa roupa? Hora bolas, para “expressar sua individualidade”, só que, na prática acaba é ficando igual a todo mundo: com cara de doido! Ah, e doido pobre, porque se for doido rico, é tudo igual, só que de grife. Algo meio, digamos assim, na linha hippie de butique… Um figurinho entre boneca Emília e Baby Ex-Consuelo, com pitadas de Barbie-vai-ao-camping…
Qual o problema disso? Nenhum, se não fosse quase que obrigatório se vestir dessa forma para ser levado a sério nesse mundinho de pseudo-intelectuais! Como se só doidos-sem-gosto possam ter o supremo privilégio de ensinar arte. Santa ignorância-Batman!
Agora, se você quer ser um arte-educador dos bons mesmo, desencane do traje. Vista o que estiver afim, vá onde tiver vontade e estude. Muito e sempre. Se informe, experimente, aprenda, questione, leia, ouça, veja e, principalmente, tenha abertura para entender que estereótipos não levam a nada, nem na vida, nem na arte.


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Jurema Sampaio é Mestre em Artes Visuais, especialista em Ensino e Produção de Arte, licenciada em Arte-Educação, Desenho e Artes Plásticas (PUC-Campinas). Atualmente cursa Doutorado. Professora Universitária.

Texto disponível em: http://aguarras.com.br/2006/08/13/como-ser-arte-educador/

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Projeto Enquadramentos na Vida e na Arte

O projeto ‘Enquadramentos e Desenquadramentos na Vida e na Arte’ propõe uma investigação sobre os desequilíbrios do mundo atual, expressos também na arte. A partir desse contexto, os alunos refletiram sobre o que se enquadraria em uma sociedade mais humana e o que está fora de ordem no mundo atualmente. O resultado dessa pesquisa foi um trabalho muito expressivo onde cada aluno pôde customizar a sua mesa mostrando o que se ‘enquadra’ em suas vidas atualmente.

Aí vão algumas fotos das mesas...




Se você quiser ver mais fotos, acesse:

http://www.bomconselho.net/conteudo.php?cod=239

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Exposição "Embalos de Sábado a Noite"

Os alunos da 8ª série saíram com as câmeras nas mãos para fotografar os “Embalos de Sábado a Noite”. A atividade proposta está exposta nas paredes da escola.
As fotografias trazem de volta a moda e os modos do balanço das pistas, meias brilhantes, cores fosforescentes, sandálias, calças boca de sino, acessórios que fizeram parte da época em que o mundo todo se agitava por causa da Disco Music.

Ótimo resultado!! Parabéns 8ª!!!













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Artes Visuais - Imagem


A imagem é pura magia, é poder. É onde o ser humano constrói e reconstrói a sua identidade. É na imagem que adquire a consciência da própria existência. Por meio dela, adquire novos sentidos ao que foi representado.


IMAGEM: é uma linguagem visual, a representação de algo.
Talvez tenham sido os primeiros rabiscos com um graveto no chão, enquanto se aquecia ao redor da fogueira e se deleitava com a beleza do céu da Pré História ou enquanto esboçava planos de caça e guerra que o ser humano utilizou, pela primeira vez, a representação por meio da linguagem visual. De fato, pode ter sido essa a origem da imagem. Diferente das outras linguagens, é a única que deixou vestígios da sua existência e pistas da sua criação.


Na contemporaneidade, a imagem é muito importante, pois ela é uma linguagem muito utilizada para informar e formar conceitos, valores e cultura.

E do que é feita uma imagem?

Elementos Formais: são os elementos que dão forma à uma imagem, os elementos básicos como linha, cor, volume e superfície.

Elementos Intelectuais: Quando os elementos formais estão compostos em uma obra, adquirem ritmo, simetria, proporção, equilíbrio e profundidade, transmitindo idéia de movimento, frio, dramaticidade, etc.

Elementos Vivenciais: a localização no tempo histórico e no espaço, o tema, o motivo, os significados, a critica e o estilo são elementos vivenciais que levam à compreensão do sentido e das mensagens que uma obra de arte transmite.


TRABALHO
A sua imagem:

Antes de começar, leia o texto abaixo, ele contém alguns trechos da biografia escrita pelo cartunista Millôr Fernandes:

AUTOBIOGRAFIA DE MIM MESMO À MANEIRA DE MIM PRÓPRIO
Quem é que sou? Ah, que posso dizer? Como me espanta! Já não fazem Millôres como antigamente! Nasci pequeno e cresci aos poucos. Primeiro me fizeram os meios e, depois, as pontas. Só muito tarde cheguei aos extremos. Cabeça, tronco e membros, eis tudo. E não me revolto. Fiz três revoluções, todas perdidas. A primeira contra Deus, e ele me venceu com um sórdido milagre. A segunda com o destino, e ele me bateu, deixando-me só com seu pior enredo. A terceira contra mim mesmo, e a mim me consumi, e vim parar aqui.
.................................................................................................................................................................
Dou um boi pra não entrar numa briga. Dou uma boiada pra sair dela... Aos quinze (anos) já era famoso em várias partes do mundo, todas elas no Brasil. (...) Dos italianos que, tradicionalmente, dão para engraxates ou artistas, eu consegui conciliar as duas qualidades, emprestando um brilho novo ao humor nativo. Posso dizer que todo o país já riu de mim, embora poucos tenham rido do que é meu.
...................................................................................................................................................................
Tudo o que não sei sempre ignorei sozinho. Nunca ninguém me ensinou a pensar, a escrever ou a desenhar, coisa que se percebe facilmente, examinado qualquer de meus trabalhos.
A esta altura da vida, além de descendente e vivo, sou, também antepassado (...) Só posso dizer, em abono meu, que ao repetir o Senhor, eu me empreguei a fundo. Em suma: um humorista nato. Muita gente, eu sei, preferiria que eu fosse um humorista morto, mas isso virá a seu tempo. Eles não perdem por esperar.

TRABALHO: VENDO A MIM MESMO - Criação de um cartaz publicitário
Escrever um texto (em forma de texto, verso ou poesia) para vender a sua imagem. Em seguida, crair um cartaz publicitário contendo o seu texto e o seu autorretrato.

ENTREGA: 20/04/11


Fonte: Sistema Integrado Positivo

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DISCOTECA

As décadas de 70 e 80 foram marcadas, entre outros acontecimentos, pelo surgimento da Dance Music, o movimento punk e a discoteca.


A disco-music ou dance music levou milhares de pessoas às pistas de dança, embaladas pelo sucesso do filme "Embalos de sábado a noite", protagonizado pelo ator John Travolta.


A música popular se misturava com a orquestra, o rock ganhava efeitos e as luzes estroboscópicas completavam o cenário das pistas de dança. Uma nova música para dançar, um novo balanço para a música pop, novos equipamentos para a musica eletrônica.
Entre os nomes internacionais desse movimento destacaram-se Giorgio Moroder e Donna Summer. No Brasil, entre outros, as Frenéticas maracaram época.




O ritmo era mais importante que as palavras. Meias brilhantes, cores fosforescentes, sandálias, calças boca de sino, moda e modos do balanço das pistas. O mundo todo se agitava.
Na "década da TV", a discoteca fazia lembrar a frase citada pelo artista pop Andy Warhol: "no futuro, todos serão famosos por 15 minutos", como se o artista antecipasse uma tendência de preocupação com a celebridade, característica da atualidade.



Fonte: Sistema Integrado Positivo, Youtube

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Prova 6ª série

Pessoal!!!
 PROVA: 25/04
REVISÃO: 18/04






Conteúdos A ESTUDAR :

- O que é arte e porque ela é importante?
- O que é imagem?
- Surrealismo
- Realismo
- Palavras Ilustrativas
- Elementos da Música
- Elementos do teatro


FÁCIL, FÁCIL!!!

BOA SORTE, BJOS

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Grupo Stomp

MAMBEMBE, SALTIMBANCOS, MÍMICOS, TÍTERES... TRUPES
 O Grupo Stomp

O Grupo Stomp surgiu na cidade inglesa de Brighton, em 1991 e reúne artistas de várias nacionalidades, que se apresentam mundo afora. Eles realizam performances, produzem sons e ritmos musicais, utilizando sucatas e objetos diversos, como plástico, metal, madeira, vassouras, caixa de fósforo, latas de lixo, etc. Além disso, seus componentes também transformam o próprio corpo em instrumento de percussão. Entre os artistas há um brasileiro, o percussionista baianao Marivaldo dos Santos, conhecido por fazer música a partir de objetos inusitados, como chaveiros, latas, tampas de latas de lixo, entre outros. O Stomp é um grupo de atores de rua. Nos espetáculos, não há conotação política, nem pretextos; apenas o som produzido por objetos não convencionais.



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Teatro



Teatro é a arte de contar uma história por meio da representação das situações, cenas e ações de seus personagens. Para isso, as artes cênicas criam com todas as linguagens um universo que possibilita reconstruir, reviver ou vislumbrar épocas, momentos e acontecimentos de alegria, tristeza, suspense, mistério, irrealidades.
O texto, a história ou a peça teatral, os atores, as atrizes e o espectador são elementos sem os quais não existiria o teatro. Eles são os principais elementos. Além deles, o cenário, o figurino, a música, a iluminação e a maquiagem compõem o espetáculo, criando um universo mágico que envolve espectador e possibilita a cada um vivenciar, refletir e se emocionar com diferentes realidades!


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Leitura de Imagem

O Projeto "Universos Diversos da Arte", dos alunos da 5ª série está na fase da LEITURA DE IMAGEM
E como se lê uma imagem??

SEGUINDO OS PASSOS:

1) Observe atentamente toda a obra
2) Em seu caderno, registre tudo o que você consegue ver
3) Que cores você vê?
4) Como é o desenho? Simples, elaborado?
5) E os contornos?
6) Existem combinações que criam movimentos?
7) Perspectiva, profundidade?
8) O que você vê na imagem? Que personagens?

E assim você irá construindo a sua leitura de imagem!!!

Imagem da 5A:


The Moulin Rouge - Toulouse-Lautrec




Imagem 5B

A arte da pintura - Johannes Vermeer

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Toulouse-Lautrec

Moulin Rouge: la goulue - litografia - 194 cm x 122 cm

Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa, nasceu no dia 24 de novembro de 1864 em Abi, na França. Filho de uma família de muitas posses, desde pequeno praticava esportes e estudava arte. Pintor pós-impressionista e litógrafo francês, conhecido por pintar a vida boêmia de Paris do final do século XIX. Sendo ele mesmo um boêmio, faleceu precocemente aos 36 anos de sífilis e alcoolismo.

Reine de Joie

Toulouse pensava de forma independente, não aceitavaas regras de pintura das escolas de Belas Artes. Por isso, resolveu montar seu estúdio particular. Nesse estúdio, poderia pintar do jeito que quisesse.

Jane Avril at the Jardin de Paris

Trabalhou por menos de vinte anos mas deixou um legado artístico importantíssimo, tanto no que se refere à qualidade e quantidade de suas obras, como também no que se refere à popularização e comercialização da arte. Toulouse-Lautrec revolucionou o design gráfico dos cartazes publicitários, ajudando a definir o estilo que seria posteriormente conhecido como Art Nouveau. Somente após a sua morte, a importância de sua obra foi reconhecida.

The Moulin Rouge: a dança


Fonte: Sistema Integrado Positivo, Wikipédia

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